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quinta-feira, 27 de maio de 2010

Fundamentos da Religião Egípcia!!



O UM é o TODO.
Os antigos egípcios acreditavam em um Deus Único que foi auto-engendrado e auto-existente, imortal, invisível, eterno, onisciente, todo-poderoso, etc. Este Deus Único foi representado por funções e atributos de Sua esfera de ação. Estes atributos foram chamados Neteru (pronuncia-se net-er-u, sendo o masculino singular Neter e o feminino singular Netert). Os termos deuses e deusas constituem uma interpretação errônea do termo egípcio Neteru.
Quando perguntamos, "Quem é Deus?", estamos na verdade perguntando, "O que é Deus?". O nome ou substantivo não diz nada. Deus só pode ser definido pela multiplicidade de Seus atributos, qualidades, poderes, ações. Conhecer Deus significa conhecer as inúmeras qualidades de Deus. Quanto mais sabemos sobre estas qualidades (chamadas Neteru), mais próximos ficamos de nossa origem divina. Na verdade, trata-se da mais alta expressão do misticismo monoteísta.



A Imagem de Deus
A concepção comumente encontrada em várias culturas afirma que o ser humano foi concebido de acordo com a imagem de Deus, ou seja, o ser humano é um universo em miniatura e, entender o universo é entender o indivíduo e vice-versa.
Até agora, nenhuma cultura praticou este o princípio como os antigos egípcios. O núcleo de entendimento completo do universo era o conhecimento que o homem foi criado de acordo com a imagem de Deus e, como tal, o homem representava a imagem de toda a criação. Assim sendo, o simbolismo egípcio e todas as correspondências eram conseqüentemente relacionadas ao homem, à Terra, ao sistema solar e finalmente ao universo.
O conceito do monoteísmo egípcio também pode aplicar-se ao homem como imagem de Deus. Quando nos referimos a uma pessoa, por exemplo, o Sr. X, isto não quer dizer nada para nós. Entretanto, quando descrevemos seus atributos e qualidades, começamos a conhecê-lo. Uma pessoa que é engenheiro, pai, marido, etc., não tem personalidade múltipla e sim uma personalidade com múltiplos atributos/funções.
Para os antigos egípcios Baladi (o termo Baladi refere-se à maioria silenciosa dos egípcios que, embora sigam a tradição egípcia antiga, mantêm a aparência exterior de muçulmanos), o conceito de Deus é similar. A única maneira lógica de explicar alguma coisa aos seres humanos é em termos humanos e de forma humana. Assim sendo, no Antigo Egito, as complicadas informações filosóficas e científicas foram reduzidas a eventos de acordo com imagens e termos humanos.

Retrato dos Poderes Divinos

Algumas representações foram utilizadas para simplificar e demonstrar os significados científicos e filosóficos dos Neteru (deuses/deusas). O resultado é que as imagens de Auset (Ísis), Ausar (Osíres), Amen, Heru (Hórus), Mut, etc., tornaram-se símbolos de tais atributos/funções/forças/energias.

Estes símbolos ilustrados destinavam-se apenas a fixar a atenção ou representar idéias abstratas e não era esperado que fossem vistos como personagens reais. Como diz o ditado: uma imagem vale mais que mil palavras.

O simbolismo egípcio pode ser comparado, de certa forma, com a caricatura moderna. A caricatura vale-se de símbolos (Tio Sam na América, urso na Rússia, etc.) para representar conceitos, idéias, nações, etc. O símbolo revela para a mente uma realidade diferente dela mesma. Para a pessoa que reconhece o símbolo, o desenho pode revelar de forma simbólica legítima, a totalidade de uma determinada situação de acordo com a visão do cartunista. Já para os que não estão familiarizados com o cartunista e com os símbolos que ele costuma usar, o desenho não terá nenhum sentido.

A maior parte das imagens existentes nas paredes dos monumentos egípcios são representadas de perfil o que indica a ação e interação entre as várias figuras simbólicas. Evidencia-se ainda a variedade de ações nas formas. Um determinado símbolo representa certa função ou princípio em todos os níveis, simultaneamente, desde o mais simples, da mais óbvia manifestação daquela função até o mais abstrato e metafísico. Sem reconhecer o simples fato sobre a intenção do símbolo, continuaremos distantes da riqueza do conhecimento e sabedoria do Egito.

No simbolismo egípcio, a exata função dos Neteru (deuses/deusas) são reveladas de diversas maneiras: vestimenta, ornamentos de cabeça, coroa, pena, animal, planta, cor, posição, tamanho, gesto, objeto sagrado (por exemplo, mangual, cetro, bastão, etc.). Esta linguagem simbólica representa a riqueza de elementos físicos, psicológicos, fisiológicos e espirituais apresentados nos símbolos.


Retrato dos Poderes Divinos

Algumas representações foram utilizadas para simplificar e demonstrar os significados científicos e filosóficos dos Neteru (deuses/deusas). O resultado é que as imagens de Auset (Ísis), Ausar (Osíres), Amen, Heru (Hórus), Mut, etc., tornaram-se símbolos de tais atributos/funções/forças/energias.

Estes símbolos ilustrados destinavam-se apenas a fixar a atenção ou representar idéias abstratas e não era esperado que fossem vistos como personagens reais. Como diz o ditado: uma imagem vale mais que mil palavras.

O simbolismo egípcio pode ser comparado, de certa forma, com a caricatura moderna. A caricatura vale-se de símbolos (Tio Sam na América, urso na Rússia, etc.) para representar conceitos, idéias, nações, etc. O símbolo revela para a mente uma realidade diferente dela mesma. Para a pessoa que reconhece o símbolo, o desenho pode revelar de forma simbólica legítima, a totalidade de uma determinada situação de acordo com a visão do cartunista. Já para os que não estão familiarizados com o cartunista e com os símbolos que ele costuma usar, o desenho não terá nenhum sentido.

A maior parte das imagens existentes nas paredes dos monumentos egípcios são representadas de perfil o que indica a ação e interação entre as várias figuras simbólicas. Evidencia-se ainda a variedade de ações nas formas. Um determinado símbolo representa certa função ou princípio em todos os níveis, simultaneamente, desde o mais simples, da mais óbvia manifestação daquela função até o mais abstrato e metafísico. Sem reconhecer o simples fato sobre a intenção do símbolo, continuaremos distantes da riqueza do conhecimento e sabedoria do Egito.

No simbolismo egípcio, a exata função dos Neteru (deuses/deusas) são reveladas de diversas maneiras: vestimenta, ornamentos de cabeça, coroa, pena, animal, planta, cor, posição, tamanho, gesto, objeto sagrado (por exemplo, mangual, cetro, bastão, etc.). Esta linguagem simbólica representa a riqueza de elementos físicos, psicológicos, fisiológicos e espirituais apresentados nos símbolos.

Simbolismo Animal

A observação cuidadosa e profundo conhecimento do mundo natural permitiram que os egípcios conferissem qualidades específicas a certos animais que poderiam simbolizar determinadas funções e princípios divinos. Assim sendo, certos animais foram escolhidos como símbolos de determinado aspecto da divindade. Trata-se de um modo de expressão efetivo e consistente encontrado em todas as culturas. Por exemplo, no ocidente usamos expressões como: fiel como um cão, esperto como uma raposa, etc.

O animal ou o Neteru com cabeça de animal (deuses/deusas) são expressões simbólicas de um entendimento espiritual profundo. Se o desenho for de um animal, representa um particular atributo ou função em sua forma mais pura.

Se for representado uma imagem com cabeça de animal, significa aquela determinada função ou atributo do animal no ser humano. As duas formas de Anbu (Anubis) apresentadas nas ilustrações, mostram claramente estes dois aspectos.

Outro exemplo é a representação da alma no Antigo Egito que é conhecida como ba. Ba é representada como um pássaro de cabeça humana que é o oposto da representação normal de Neteru (deuses/deusas) que têm corpos humanos e cabeças de animais. Ba é retratada como uma cegonha que é conhecida por seu instinto de migração e volta a origem, além de levar os bebês para suas famílias. A cegonha retorna ao seu próprio ninho com exatidão, portanto, um pássaro migrador é a escolha perfeita para representar a alma.

Deturpações Comuns das Divindades Egípcias

• Os egípcios tinham um sistema religioso confuso com um número indefinido de Neterus (deuses/deusas). Na verdade, há um número indefinido de divindades (Neteru) porque o Divino possui uma quantidade infinita de aspectos/atributos.

4 Há Neterus (deuses/deusas) principais e secundários. Um Neter/Netert pode exercer uma função secundária sob certas condições, sem que isto signifique que trata-se de um neter/netert secundário.


• Os Neteru (deuses/deusas) são forças da natureza e nenhuma força é superior à outra. Uma certa força natural pode ser mais proeminente dependendo do tempo e local de sua ação. Por exemplo, o calor do Sol exerce função principal em um dia de verão e uma função secundária em um dia chuvoso ou nublado de inverno.

4 Um Neter/Netert (deuses/deusas) pode apresentar aspectos contraditórios. Os aspectos contraditórios podem estar inter-relacionados. Por exemplo, o aspecto maternidade representado por uma Netert pode apresentar facetas carinhosas ou ferozes dependendo da circunstâncias, sem que necessariamente indiquem qualidades contraditórias. De modo geral, a mãe é carinhosa com seu filho, mas se a criança estiver sob ameaça, ela se tornará feroz e enfrentará o perigo.


• Um Neter pode ser representado de diferentes formas. A natureza de um Neter/Netert (deus/deusa) pode alterar-se conforme a mudança das condições.

4 De acordo com a compreensão humana, a natureza da água apresenta-se de diferentes formas:
- Como vapor - ar
- Como líquido - chuva
- Como sólido - gelo

• Sempre ocorre conflitos de poder entre os diferentes "cultos religiosos".

4 No Antigo Egito não havia conflitos religiosos/políticos nem cultos religiosos. Os egiptólogos ocidentais, que afirmam a existência destas bobagens estão apenas projetando a história da Igreja sobre a história do Antigo Egito.


• As funções dos Neterus (deuses/deusas) são complementares.

4 Como cada Neter/Netert representa uma função, podemos encontrá-lo(a) em qualquer templo, tumba ou texto. Um Neter/Netert pode ter uma função proeminente (embora nunca exclusiva) em qualquer templo. Todos os templos tinham a mesma importância e os faraós egípcios executavam rituais em todos os templos do Egito.
Os egípcios nomeavam os Neter/netert, porém os nomes no antigo Egito não serviam apenas para identificação; o nome também sintetizava o princípio representado. Por exemplo, o Neter Ra(Re) é descrito nos textos funerários da seguinte maneira: "Eles causaram tua vinda à existência como Ra em teu nome de Khepri".
Khepri não é apenas outro nome/identificação para Ra (Re); também significa vir a existir.
• Uma hipótese normalmente levantada pelos acadêmicos ocidentais é que havia um alteração de poder entre os Neterus (deuses/deusas) associada aos eventos históricos. Os Neterus são forças da natureza. Como na natureza ocorrem variações cíclicas, alguns Neterus foram mais proeminentes do que o outros em certos períodos. Tal fato deu-se devido às alterações das eras zodiacais e não estavam associados às alterações políticas.

4 A afirmação que os egípcios classificam os Neterus como populares e sagrados, locais e regionais, cósmicos, universais, principais, secundários, ...etc., também é infundada, uma vez que os Neterus representam diferentes energias/poderes e interagiam na criação e manutenção do universo. Portanto, as condições da situação determinavam se o Neteru deveria ter uma função principal ou secundária.

Outra hipótese muito comum e sem fundamento, freqüentemente difundida por egiptólogos ocidentais, é que o Egito teria passado por um processo de evolução de crenças religiosas, na qual a natureza dos Neterus (deuses/deusas) modificou-se durante séculos incorporando crenças de outras culturas, assimilando algumas divindades e criando outras. TODOS os historiadores gregos e romanos antigos confirmaram que os egípcios preservavam sua cultura. Por exemplo, Heródoto (século 5º. a.C.) afirmou o seguinte em Histórias - Livro 2, Seção 79: " os egípcios mantêm seus costumes nativos e nunca adotam os costumes estrangeiros". No Livro 2, Seção 91, Heródoto declara: " os egípcios não estão dispostos a adotar os costumes gregos ou de qualquer outro país".

Moustafa Gadalla


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4 comentários:

  1. Gostei muito da sua pagina. Só fiquei com uma dúvida. A deusa com asas é Isis ou Maat?
    Um beijão
    Liliane

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    Respostas
    1. peço desculpa, mas para esclarecer essa dúvida, não é preciso ter um doutoramento.
      Ando no sétimo ano e respondo-lhe. A deusa com asas, será para sempre, Isís!!!

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    2. Oi Liliane aqui vai sua resposta, sobre o o que eu conheço, espero que tenha sido útil .
      DEUSA ISSIS
      Como uma deusa alada, ela pode representar o vento. Na lenda de Osíris há referências a Ísis lamentando e gemendo como o vento. Ela também é continuamente viajando para cima e para baixo da terra em busca do marido perdido. Após encontrar o corpo de Osíris, ela toma a forma de um dos mais velozes pássaros, um papagaio. Batendo e correndo acima do seu corpo ela geme de luto. Ela restaura a vida a Osíris agitando suas asas e enchendo a boca eo nariz com o ar.
      FONTE:http://www.egyptartsite.com/isis.html

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  2. adoreiiiiiiiii !!!!!!!!!!!!!
    estava precisando desssa informação!!
    valeuuuuuuuuuuu!!!!!!

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